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Se no confronto do turno Marcos Guilherme era uma das peças de “desafogo” na equipe do Internacional, com direito a marcar um belíssimo gol na goleada por 3 a 0 pela estreia na fase de grupos da Libertadores frente a Universidad Católica, a situação se modificou de lá pra cá.

Mais de sete meses depois, Católica e Inter se reencontram na próxima quinta-feira (22) em Santiago pela última rodada do Grupo E com o meia-atacante sendo provável opção no banco de reservas. Algo que, segundo ele, é completamente merecido diante da sua queda de rendimento:

-Creio que um pouco antes da pandemia estava rendendo muito melhor. A equipe estava bem encaixada, e eu estava conseguindo atuar bem. Após a pandemia, eu dei uma caída, não consegui fazer o que estou acostumado a fazer. Estava muito incomodado com isso. Eu saí do time um período. Muito merecido, não estava rendendo o esperado. Mas nesses últimos três jogos, consegui retomar a confiança.

-É difícil citar um motivo para isso. Alguns detalhes que são mais internos, que tive que falar com o Coudet. Foi um cara importantíssimo para a retomada. Não foi falta de trabalho. Não só o Coudet. Os jogadores, o Rodrigo Caetano, todos estavam conversando comigo. Acho que foi momento de muita aprendizagem e trabalho. Feliz em poder retomar. Acho que nesses últimos três jogos, consegui dar boa resposta – esclareceu Marcos Guilherme.

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